Resinas produzidas no Brasil têm diferenciais altamente favoráveis para convertedores obterem a melhor relação entre custo e benefício
A acentuada expansão da capacidade produtiva global ampliou expressivamente a quantidade de resinas importadas no mercado brasileiro, acirrando a concorrência com as resinas commodities produzidas localmente (os plásticos de engenharia são todos importados).
Muitas vezes, as resinas importadas colocam o preço de aquisição como principal vantagem competitiva. E esse é, certamente, um fator importante no processo de decisão de compra. Mas não deve ser o único critério de escolha, pois outras considerações devem ser feitas caso se queira obter uma relação custo/benefício mais interessante ao final do processo de aquisição e uso do produto.
Afinal, essa relação é diretamente impactada por outras variáveis, que também devem ser analisadas. Algumas delas:
- Suporte Técnico: a maior proximidade com a equipe de um fornecedor nacional – e mesmo o uso de um mesmo idioma -, auxilia bastante na solução de dúvidas sobre produtos e processos, inclusive se houver necessidade de uma visita presencial para resolver alguma questão mais complexa;
- Desenvolvimento: os produtores nacionais, bem como seus distribuidores oficiais, mantêm profissionais capacitados para desenvolver conjuntamente as aplicações, contribuindo com a inovação e a busca pela melhor solução;
- Disponibilidade: a produção local minimiza enormemente a possibilidade de atrasos decorrentes de fatores conjunturais internacionais e de desajustes na logística global (como aqueles decorrentes dos recentes conflitos no Oriente Médio). Isso diminui a possibilidade de atrasos ou mesmo de falta de produtos;
- Conhecimento local: quem produz aqui está geralmente mais atento às necessidades dos transformadores e consumidores locais, e assim mais apto a desenvolver produtos mais ajustados a suas demandas, e às regulamentações e legislações locais.
Sem contar que também no quesito preço as resinas nacionais são bastante competitivas, e as negociações podem até ser mais ricas mantendo-se um relacionamento direto com o produtor, ou com seu distribuidor oficial.
Parceiros locais
Principal distribuidor do mercado brasileiro de resinas, a Piramidal tem parcerias com os principais produtores de resinas instalados no Brasil, todos eles seus fornecedores.
São os casos de:
- Braskem: um dos principais players do mercado petroquímico nacional e global, tem em seu portfólio algumas das resinas mais utilizadas nos diversos processos de transformação, incluindo: polietileno de alta, média e baixa densidade, de baixa densidade linear, polipropileno homopolímero, copolímero e random; EVA (Etileno Vinil Acetato);
- Unigel: também um dos grandes nomes da petroquímica brasileira, produz o poliestireno, outra resina utilizada em larga escala, que ela disponibiliza tanto na versão Alto Impacto – mais demandada pela indústria de eletroeletrônicos -, quanto na forma de poliestireno Cristal, que tem embalagens e descartáveis entre suas principais aplicações;
- Alpek: não é uma empresa brasileira, mas sim uma multinacional sediada no México, líder no mercado mundial de PET. Tem, porém, uma planta produtiva no Brasil, no Complexo Industrial Portuário de Suape, no município pernambucano de Ipojuca. Consegue assim oferecer aos usuários de seus produtos os benefícios próprios de um produtor local.
Juntamente com nossos demais parceiros, esses produtores contribuem para fazer da Piramidal a maior e mais qualificada distribuidora de resinas e especialidades do Brasil. Saiba mais sobre nós em www.piramidal.com.br


