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pessoa segurando frasco de remédio

Mais resinas protegendo mais remédios: Plástico substitui o vidro como matéria-prima hegemônica na confecção de embalagens de medicamentos

O vidro é a matéria-prima mais tradicional das embalagens de medicamentos. Mas essa situação vem gradativamente sendo alterada e é cada vez mais comum a presença de remédios comercializados em embalagens total ou parcialmente fabricadas com resinas nas farmácias e drogarias. Saiba mais sobre essa mudança e substituição do vidro pelo plástico nos medicamentos neste artigo.

pessoa segurando frasco de remédio

Extremamente sensíveis, os medicamentos devem ser acondicionados em embalagens que mantenham seus princípios ativos intactos e reduzam em grau máximo as influências externas. Sendo assim, como os próprios medicamentos essas embalagens também devem ser aprovadas pelas autoridades sanitárias, após passarem por testes que, entre outros fatores, consideram sua interação com o produto, a estabilidade dos medicamentos que elas acondicionam, os níveis aceitáveis de umidade e permeabilidade à luz e ao oxigênio.

A indústria do plástico hoje disponibiliza resinas e grades capazes de satisfazer plenamente essa necessidade da indústria farmacêutica, disponibilizando alternativas aptas para simultaneamente atender seus elevadíssimos padrões de qualidade e proporcionar vantagens financeiras e logísticas, ampliando assim o acesso aos medicamentos.

Resinas de amplo espectro

Farmácias e drogarias já comercializam muitos medicamentos embalados em frascos de PET, PE (polietileno), PP (polipropileno). Frascos em PET, por exemplo, são cada vez mais utilizados em medicamentos de uso disseminado: caso dos xaropes, que não há muito tempo eram embalados preferencialmente em vidro.

Já o PE tem aplicação intensiva nas embalagens de alguns medicamentos líquidos, como analgésicos, colírios e descongestionantes nasais, sendo utilizado ainda em medicamentos sólidos apresentados em comprimidos, drágeas, cápsulas, pastilhas e conteúdos em pó. Além disso podemos afirmar que a maioria das tampas dessas embalagens – e mesmo dos frascos de vidro -, são feitas em PP ou PE.

Embalagens dupla face

Comprimidos constituem uma forma de apresentação de medicamentos hoje majoritariamente acondicionados em blisters, que contêm ao menos um componente feito com resinas e, geralmente, têm uma face de PVC e outra de alumínio, que em alguns casos também contam com uma combinação de PVC com resinas como PVDC e PCTFE (poli-cloro-tri-fluoro-etileno).

Muito comuns em comprimidos de uso muito disseminado e vendidos sem necessidade de receita, como antigripais e analgésicos, os blisters acondicionam até mesmo medicamentos apresentados em comprimidos há algum tempo e que são oferecidos apenas em frascos, como é o caso das vitaminas.

Espraiando-se pelos nichos

O vidro ainda prevalece em alguns componentes específicos das embalagens da indústria farmacêutica, como por exemplo, nas ampolas que acondicionam produtos injetáveis. Mas já existem ampolas feitas de plástico nos medicamentos, antes embalados em ampolas de vidro, agora fornecidos diretamente em seringas plásticas, denominadas “prontas para encher”. Algumas resinas foram desenvolvidas especificamente para essa aplicação, como no caso da resina COC (copolímero olefínico cíclico) que, além de biologicamente inerte, tem as características necessárias de transparência e de proteção às influências externas. Não obstante, podemos afirmar que os plásticos já predominam amplamente nos acessórios dessa indústria, como os gotejadores, os aplicadores de creme, as espátulas, os conta-gotas, entre outros.

Integrando indústrias

As características de desempenho e custos são fatores favoráveis às resinas na disputa com outras matérias-primas passíveis de utilização nas embalagens de medicamentos. Entretanto, nesse confronto elas ganham um impulso adicional pela atuação de muitos fornecedores de embalagens de cosméticos – geralmente feitas com plásticos -, e também na indústria de medicamentos.

Na verdade, os próprios laboratórios farmacêuticos buscam hoje colocar-se nesses dois mercados, como por exemplo, no segmento dos dermocosméticos, hoje materializado em inúmeros produtos de elevado valor agregado, geralmente vendidos em embalagens plásticas.

A contínua expansão dos plástico nos medicamentos e nessa indústria tão exigente comprova que as resinas atendem aos mais elevados requisitos técnicos e de qualidade. E a maioria delas você encontra na Piramidal, a maior distribuidora de resinas do Brasil. Entre em contato conosco através do telefone 4003-6777 ou clique aqui para falar com um de nossos especialistas.

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