Diversas indústrias – algumas delas com exigências muito rigorosas sobre suas matérias-primas -, utilizam quantidades crescentes de plásticos reciclados
Paralelamente à expansão da demanda por sustentabilidade, a evolução das várias etapas da tecnologia de reciclagem – da separação dos resíduos até a granulação final -, viabilizou o uso de resinas recicladas em aplicações cujas matérias-primas são sujeitas aos mais rígidos controles de qualidade e homogeneidade.
Isso possibilitou o uso, já bastante difundido, de resinas recicladas em aplicações como:
- Embalagens: há material reciclado em embalagens rígidas e flexíveis de produtos de higiene pessoal, beleza e limpeza doméstica; em embalagens de bens duráveis; nas embalagens secundárias utilizadas pela indústria alimentícia, que emprega PET reciclado até mesmo nas embalagens que terão contato direto com alimentos e bebidas;
- Autopeças: utilizam diversas resinas recicladas: polipropileno em para-choques, painéis e consoles; PET em tapetes, revestimentos internos, forros e cintos de segurança; poliamidas em peças colocadas junto ao motor e em air bags, além de policarbonato e PBT em outras aplicações;
- Eletroeletrônicos: trazem PP e ABS reciclados em gabinetes de computadores, televisores e impressoras, poliestireno alto impacto reciclado em componentes de refrigeradores e lavadores, poliamidas em conectores e em outros componentes;
- Construção civil: tem PP, PE e PVC reciclados em tubos, mangueiras, canos, conexões, revestimentos, painéis de isolamento, entre outros componentes das edificações.
Mercado de porte
O uso de resinas recicladas deve expandir-se ainda mais no Brasil após a promulgação, no final de 2025, do Decreto de Logística Reversa das Embalagens de Plástico, que exige percentuais mínimos de resinas recicladas em embalagens (com exceção do PET, não nas embalagens primárias de alimentos, e de outros produtos que não podem ter contato com material reciclado).
Mas o Brasil já tem um volume expressivo de uso de resinas recicladas, e uma indústria de reciclagem com expressivas dimensões mostram os dados da Abiplast (Associação Brasileira da Indústria do Plástico), que revelam:
- Em 2024, o índice geral de reciclagem mecânica de plásticos no Brasil atingiu 21%, e o índice de reciclagem mecânica de embalagens chegou a 24,4%;
- Naquele ano foi reciclado no país um total de 1,01 milhão de toneladas de plásticos PCR;
- As resinas mais recicladas foram PET (39%), PEAD (20%), PP (18%), PEBD/PELBD (15%), e PS (3%);
- Pela ordem, os cinco segmentos de mercado que mais demandaram resinas recicladas foram: Alimentos e Bebidas; Higiene, Cosméticos e Limpeza Doméstica; Construção Civil e Infraestrutura; Agroindústria; Utilidades Domésticas;
- No decorrer de 2024 a indústria brasileira da reciclagem faturou R$ 4 bilhões, e empregou 20 mil pessoas, que operavam uma capacidade produtiva total de 2,43 milhões de toneladas.
Qualidade com diversidade
Atenta a essa expansão da demanda, e a sua importância para a sustentabilidade e a economia circular, a Piramidal disponibiliza um vasto e qualificado portfólio de resinas recicladas. Ele inclui:
- Polipropileno, polietileno e poliestireno alto impacto reciclados na linha própria Eccoar;
- Polietileno e polipropileno fornecidos pela Braskem;
- Grades de poliestireno alto impacto com conteúdo reciclado da Unigel;
- PET reciclado da CIRKLO.
Essas soluções integram o portfólio de Soluções Circulares da Piramidal, no qual há também resinas oriundas de fontes renováveis e aditivos capazes de prolongar a vida útil e elevar a qualidade das aplicações feitas com resinas recicladas, e contribuir com a economia circular também por reduzir perdas e incrementar a produtividade.
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