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O plástico contra o Coronavírus: resinas diversas ajudam a combater a pandemia que assola o mundo e minimizam os sofrimentos que ela provoca

As perturbações provocadas pelo coronavírus certamente são temporárias e todos torcemos para que seu fim aconteça o mais rápido possível. No entanto, enquanto isso não acontece, os plásticos têm desempenhado um importante papel na luta contra a propagação do vírus e nas formas de tratamento. Veja neste artigo a relação entre plástico e coronavírus e os benefícios proporcionados por esse material na luta contra a COVID-19. Continue a leitura!

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Aplicações gerais

Entre inúmeros benefícios, os plásticos hoje permitem a produção de embalagens seguras para os mais diversos produtos de alimentação, higiene e limpeza (inclusive as embalagens que garantiram a continuidade dos serviços de delivery ou retirada de alimentos prontos no local de preparo), que servem diretamente como armas contra o contágio pelo COVID-19.

Além disso, as resinas também têm viabilizando a produção em larga escala – e com a agilidade necessária -, de artigos de uso médico-hospitalar e sanitário, que ajudam a promover a saúde de bilhões de pessoas em todo o mundo.

Os exemplos mais emblemáticos desses produtos são as máscaras, que tornaram-se comuns no cotidiano das cidades. Em sua maior parte, elas são feitas com o TNT – Tecido Não-Tecido, de polipropileno, matéria-prima também de vários outros produtos de uso hospitalar, como aventais, luvas, toucas e protetores de calçados (em menor escala usa-se também poliéster e poliamidas nessas aplicações).

Outra resina essencial para a produção desses EPIs (Equipamentos de Proteção Individual), é o policarbonato. Com ele são produzidas aquelas máscaras maiores – similares a visores -, que cobrem boa parte do rosto e aumentam a proteção de quem lida com riscos maiores de contaminação, como profissionais de saúde e segurança. Com essa mesma resina também são fabricados os óculos que ajudam a proteger os olhos desses profissionais quando estão expostos a riscos de contaminação no exercício das suas atividades.

Estruturas de combate

A relação entre o plástico e coronavírus também se encontram nas estruturas montadas. Os plásticos fundamentam os hospitais provisórios que foram montados em várias cidades. Um deles, inclusive, construído no estádio do Pacaembu, na cidade de São Paulo, é composto por duas grandes tendas capazes de abrigar cerca de duzentos pacientes, fabricadas com filmes de polietileno de baixa densidade.

Além disso, as estruturas hospitalares muitas vezes têm resinas vinílicas no piso, que possibilitam tanto o deslocamento ágil de pessoas, macas e cadeiras de rodas, quanto a limpeza ágil e eficiente.

Usa-se também polipropileno no mobiliário de hospitais e tecidos de poliéster nos lençóis e cortinas. Sem contar que os equipamentos de diagnóstico, como quase todos os atuais aparelhos eletrônicos e elétricos, incluem muitas peças plásticas.

Levando oxigênio

Indispensáveis para recuperação da saúde de pessoas infectadas pelo coronavírus, os equipamentos de respiração artificial também têm vários componentes produzidos com resinas, entre elas, as resinas estirênicas e as poliamidas, hoje empregadas em ventiladores e máscaras pulmonares, dutos, filtros de ar, entre outros itens desses equipamentos.

Também o policarbonato é utilizado em componentes de sistema de respiração artificial e reanimação mecânica, como as máscaras, conectores de tubos e mangueiras, recipiente de umidificação de ar em ambiente de UTI, dentre outros. Nesses casos, usa-se policarbonatos especiais e biocompatíveis, para não haver nenhuma contaminação no ar, que deve chegar limpo aos pulmões dos pacientes.

Materiais onipresentes

Utilizado em bolsas de soro e sangue, cateteres e tubos para exames, o PVC é uma das resinas mais usuais em artigos hospitalares. Também é muito comum o polipropileno, presente nas seringas, descartáveis em geral, bolsas de esterilização, frascos e tampas. Em frascos de soluções parenterais, emprega-se polietileno.

Há ainda, o uso do ABS nas carcaças de equipamentos de imagens e desfibriladores, além de policarbonatos em válvulas, incubadoras e sistemas de centrifugação e infusão.

Custo acessível, facilidade de produção e esterilização, além de versatilidade, são alguns dos fatores que justificam o crescente uso na indústria de artigos médico-hospitalares, explicando a relação do plástico e coronavírus.

Não à toa, a Practice Greenhealth, organização norte-americana sem fins lucrativos focada na sustentabilidade dos ambientes hospitalares, realizou uma pesquisa que estimou que 25% dos resíduos gerados por um hospital são de plástico.

Sendo assim, podemos concluir que as resinas são, então, essenciais para o desenvolvimento das ciências, que visam proporcionar melhorias significativas na área da saúde, contribuindo diretamente para a minimização dos efeitos da pandemia do coronavírus.

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